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terça-feira, 3 de maio de 2011

Série Aviões de Combate - 001 - SEPECAT Jaguar - Inglaterra / França

O SEPECAT Jaguar é um avião de ataque franco-inglês.



Foi resultado de um projeto conjunto das firmas BAC (hoje BAE) inglesa e Breguet France (hoje Dassault) francesa. Originalmente concebido como um avião de treinamento táctico, transformou-se em um caça-bombardeiro. O primeiro exemplar voou no dia 8 de setembro de 1968. Quatro versões foram construídas: o Jaguar S monoplace e o Jaguar B biplace para a RAF, o Jaguar A monolugar e o Jaguar B bilugar para a Força Aérea Francesa. Foi ainda construído um protótipo para a versão embarcada Jaguar M, que não teve continuidade. Omã , Índia , Equador e Nigéria adquiriram esse avião. A Índia é o maior operador, operando o Jaguar IM com radar Agave no nariz tanto em missões antinavio como em ataques clássicos. Os aviões Jaguar ingleses e franceses tiveram sua hora de glória durante a Guerra do Golfo, quando foram intensamente utilizados nas batalhas. O Jaguar francês é especializado no lançamento de mísseis AS30L guiados a Laser.


Nesta foto voa em formação com um Su-30 de fabricação Russa




Ficha Técnica

Dimensões

  • Comprimento: 16,83 m
  • Envergadura: 8,65 m
  • Área alar: 24,18 m²
  • Altura: 4,83 m

Pesos

  • Vazio operacional: 7 000kg
  • Máximo de Decolagem: 15 700 kg

Desempenho

  • Velocidade Máxima: 1.699 Km/h
  • Teto Operacional: 14.000 m
  • Raio de Ação: 3.524 km

Motores

  • Quantidade e Tipo: 2 turbinas
  • Marca: Rolls Royce/Turbomeca Adour
  • Modelo: Mk 102



(Fonte:Wikepedia)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Dilma ampliará concorrência para compra de caças, diz jornal


A presidente Dilma Rousseff decidiu suspender o processo de escolha de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) e abrir uma nova disputa, com a possibilidade de participação de novos concorrentes. Com isso, outras empresas poderão se juntar à francesa Dassault, dos caças Rafale; à americana Boeing, dos F18 Super Hornet; e à sueca Saab, dos Gripen NG, que já pleiteavam a venda para o Brasil. As informações são do jornal O Globo.

A proposta dos russos, descartada ainda no mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva, deve voltar a ser avaliada. A decisão de rever as propostas foi motivada pela forte pressão internacional, já que diversos fabricantes manifestaram interesse em vender aviões para a FAB, um negócio de bilhões de dólares. Em reunião com Dilma na semana passada, o senador americano John McCain reforçou o desejo de que o governo brasileiro acolha a oferta da Boeing. Até deixar a presidência, Lula dava sinais de que preferia os caças franceses, principalmente em função de a Dassault ter incluído no pacote de venda dos aviões Rafale a transferência de toda a tecnologia de produção dos aviões.

(O Globo/Terra/Blog do Poder Aéreo)

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