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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Evento Especial em Niterói - Debate Aberto - 2012 e a Interação Alienígena - Clube Naval - Charitas - Sábado


EVENTO ESPECIAL EM NITERÓI
Debate Aberto

“2012 e a Interação Alienígena”
(O que é fato e o que é ficção)

Dia 11 de junho (sábado), das 14:00 às 17:00 hm.

CLUBE NAVAL CHARITAS (CINEMA)

(Av. Carlos Ermelindo Marins, 68 – Jurujuba)

O que esta acontecendo com o planeta e a humanidade?
Quais os motivos para a repentina aceleração do processo de divulgação oficial da realidade do fenômeno UFO?
Estamos à beira de um cataclismo planetário, ou de uma profunda revelação da verdade sobre a presença extraterrena?
Qual a verdadeira revelação do povo maia sobre o nosso tempo?
Por que os OVNIs são vistos cada vez com mais freqüência nas regiões críticas da estrutura geológica do planeta?

CONFERENCISTAS / DEBATEDORES

Marco Antonio Petit
(Escritor e co-editor da revista UFO)

Paulo Iannuzzi
 (Ufólogo, estudioso do Egito Antigo, Cabala)

Orlando Barbosa Jr.
 (Biólogo e estudioso da cultura maia)

Nilson Victorino 
 (militar e espiritualista)

Alfredo Gama
 (ufólogo e estudioso das mensagens de origem espírita)

Inscrições: (R$ 10,00) no local (cinema do Charitas), no dia do evento, a partir das 13:30 hm

Atenção:
Os interessados em participar desse evento, que não são sócios do Clube, devem fazer uma reserva pelo telefone (21) 2109-8110 (Charitas), fornecendo seu nome, para que seja preparado um cartão de identificação para a entrada no clube, que deverá ser retirado na secretaria (entrada do clube) no dia do evento, no horário do início das inscrições (13:30 horas).  Aqueles que forem de carro antes de se dirigirem a portaria, devem parar o veículo fora e ir até a secretaria que fica localizada antes (lado direito) para pegarem seus cartões de identificação, pois é mediante estes que adentrarão ao estacionamento, e posteriormente a parte interna do clube.

Caso não consiga fazer esta reserva prévia pelo telefone, este procedimento (obtenção do cartão de identificação), poderá ser feito no dia e horário do evento.  Esta possibilidade estará condicionada evidentemente a existência de vagas.

 Só podemos garantir vagas para aqueles que efetuarem a reserva.


Informações:
 (21) 9584-1014 (Petit)

terça-feira, 19 de abril de 2011

Suposto alienígena teria sido filmado na Rússia, diz site belga

Imagens foram feitas em Irkutsk, na Rússia.
Alguns chegaram a afirmar que se trata de alienígena.

Um vídeo que mostra uma criatura estranha filmada em Irkutsk, na Rússia, tem intrigado os moradores. Alguns chegaram a afirmar que se trata de um suposto alienígena (assista ao vídeo), mas outros acreditam ser, na verdade, os restos de um animal morto, segundo reportagem do site de notícias belga "Vandaag".

As suspeitas de que poderia ser um alienígena são reforçadas por um óvni, que teria sido visto na região em fevereiro de 2011 (veja ao vídeo). (G1)

 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Documentos da Aeronáutica revelam óvnis "gelatinosos" e do tamanho de "transatlânticos"

Relatos, que antes eram confidenciais, agora estão no Arquivo Nacional

Do tamanho de “transatlântico” ou de um “boeing”, com aspecto “gelatinoso” e movimento de “limpador para-brisa”. Esses são alguns dos termos usados por observadores para descrever óvnis (objetos voadores não identificados) vistos no Brasil. As informações são de documentos oficiais da Aeronáutica, que eram mantidos em sigilo, mas que agora vieram a público e estão à disposição do Arquivo Nacional no Rio de Janeiro.

Esses relatos, catalogados pela Aeronáutica nesta década, foram feitos por pessoas que viram esses objetos no céu enquanto estavam no chão e também por pilotos de avião, que avistaram os óvnis durante suas viagens. Antes, já haviam sido abertos os arquivos referentes a essas ocorrências até os anos 90. Com os novos documentos, o que os ufólogos (pessoas que estudam o assunto) querem é conhecer melhor esses casos.
Em julho de 2007, por exemplo, um guia de turismo de Manaus entrou em contato com as autoridades para informar que havia visto dois flashes “claros e luminosos”, na cor branca, abaixo do nível das nuvens, com “lento deslocamento lateral”. Os objetos vistos por eles eram “meio gelatinosos”, segundo o relato, classificado até agora como “confidencial”.

Outros testemunhos são mais misteriosos. Em janeiro de 2000, um homem de Foz do Iguaçu diz ter recebido de alguns extraterrestres a mensagem de que eles “iam dominar a Terra”. 

– No avistamento de ontem, apareceram uma nave mãe em forma de balão e milhares de outros objetos quadrados e brilhantes. Estes [objetos] seguiram uma aeronave da Varig até que esta desaparecesse nas nuvens. Os objetos retornaram e formaram um Cruzeiro do Sul [constelação do Hemisfério Sul].

Apesar disso, o oficial da Aeronáutica que coletou o relato diz ter ligado para o aeroporto local e os operadores informaram que não houve qualquer sinal suspeito no radar.

Também em 2000, o piloto de um avião que voava próximo a Petrolina, em Pernambuco, diz ter visto uma luz branca, como se fosse a de um farol. De acordo com ele, o óvni trafegava como uma aeronave com faróis acesos, mas sem qualquer outra luz de navegação. Após cerca de um minuto, a luminosidade acabou sem motivo aparente.

Outros relatos indicam que os óvnis podem ter o formato de animais. Um morador de Caiobá, no Paraná, diz ter visto um objeto esquisito, de cor vermelha, tamanho de transatlântico e forma de caranguejo. O oficial que coletou o relato fez questão de ressaltar que o homem estava “lúcido” enquanto contava sua experiência.
– O observador não aparentava ter feito uso de drogas ou bebida alcoólica. O seu depoimento foi lúcido e lógico, demonstrando apenas ter medo do que viu.

O pesquisador britânico Andy Thomas, considerado um dos mais conceituados pesquisadores de objetos voadores não identificados, disse ao Jornal da Record que é importante abrir esses arquivos. Entretanto, segundo ele, o governo ainda deve manter em sigilo os casos mais importantes.

– De qualquer maneira, a comunidade científica vai instantaneamente atrás da informação nova para entender e conseguir ter um cenário completo do que vem acontecendo.

Uma portaria publicada no Diário Oficial da União no mês passado regulamenta como a Aeronáutica deve lidar com assuntos ligados a óvnis no espaço aéreo nacional. Segundo o documento, o Comando da Aeronáutica (Comaer) deve se encarregar apenas do registro de ocorrências e do seu encaminhamento para o Arquivo Nacional.(R7)

domingo, 23 de janeiro de 2011

Cientistas pedem à ONU sistema de defesa contra ataque de ETs


A comunidade científica foi surpreendida este mês pela reivindicação da inglesa Royal Society de que a Organização das Nações Unidas (ONU) elabore um plano de defesa contra extraterrestres.

Publicado na revista Philosophical Transactions, o artigo da sociedade científica britânica afirma que a humanidade deveria se precaver contra um encontro que poderia ser violento, e dividiu opiniões na comunidade científica brasileira.

Para os ufólogos - os pesquisadores de discos voadores - foi uma vitória. "Foi uma coisa sem precedentes. (A Royal Society) é uma das instituições cientificas mais sérias do planeta terra. Eles estão se abrindo, lentamente", diz Ademar Gevaerd, pesquisador e editor da revista UFO. O professor e pesquisador em Astronomia e Astrofísica Kepler de Souza Oliveira Filho pondera que a possibilidade de que uma vida externa seja agressiva sempre existe, mas o astrônomo não acredita em contatos agressivos entre civilizações, "simplesmente porque as distâncias entre as estrelas são tão grandes que não há possibilidade de viagens entre elas".

Crenças e evidências à parte, o diretor do Observatório Astronômico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Basílio Santiago, vê utilidade na reflexão sobre a natureza dos ETs. "É útil na medida em que nos faz refletir sobre a civilização na Terra. Ao avaliarmos os riscos de civilizações extraterrestres, reforçamos em nós todos a noção de uma civilização humana. Isso é fundamental para os desafios de governabilidade mundial", explica.

"A comunidade científica, que por muito tempo ficou completamente fora dessa discussão por puro preconceito e ignorância, hoje começa a se abrir", comemora Gevaerd. No entanto, o ufólogo acredita que o estágio da discussão pública ainda é "primitivo". "Estão falando em micróbios e processos biológicos que podem levar uma vida. Mas reservadamente, a informação de que nós estamos sendo visitados por outras espécies cósmicas já é seriamente considerada pelas diretorias de muitas instituições", aposta.

Basílio Santiago não acredita que a reivindicação da Royal Society indique uma total mudança de posição da instituição. "Não há ainda evidência de contatos com extraterrestres. O que há são relatos isolados que carecem de confirmação e validação", observa.

Conceito de vida extraterrestre não é consenso
Oliveira Filho lembra que a procura de vida fora da Terra é muito difícil. "Primeiro, porque é preciso definir o que é vida, e não há consenso sobre a definição. Segundo, porque quando fazemos uma procura na Lua ou em Marte, ou em outros planetas e satélites aonde conseguimos enviar sondas, precisamos ter certeza de que não estamos contaminando o meio pesquisado. Terceiro, sabemos que, nestes planetas e satélites perto de nós, não há condições físicas de haver vida desenvolvida, só microorganismos, por falta de água e calor. E os planetas fora do Sistema Solar estão tão distantes, que não temos condição de enviar sondas". Resta, segundo o professor, estudar os sinais de rádio emitidos em outros sistemas e procurar por vida inteligente através de um sinal com informação.

São grandes radiotelescópios, como o de Arecibo, em Porto Rico, que buscam estes sinais de inteligência extraterrestre. "Mas há também a busca por planetas nas zonas de habitabilidade em torno de estrelas. Futuramente, será possível identificar as chamadas bioassinaturas nesses planetas, ou seja, substâncias associadas à vida", projeta Basílio Santiago.

"Conseqüências devastadoras"
Em abril de 2010, o astrofísico Stephen Hawking declarou em entrevista ao Discovery Channel que os humanos deveriam "evitar qualquer contato com ETs", porque as conseqüências poderiam ser "devastadoras".

Em setembro do mesmo ano, uma reunião de militares da reserva americana aconteceu em Washington e contou com a presença de representantes da força aérea, exército e marinha. A conferência, transmitida ao vivo pela rede CNN, teve a presença de Robert Salas, oficial de lançamentos de mísseis entre 1964 a 1971, que relatou diversos incidentes onde radares teriam detectado objetos voadores não identificados. Segundo seus relatos, os discos voadores teriam sobrevoado as ogivas em baixas altitudes, fazendo os mísseis pararem de funcionar, encerrando a comunicação deles com os instrumentos de lançamento. Também foi declarado que, durante testes militares de lançamento de foguetes com ogivas desarmadas, mísseis foram destruídos em pleno ar por discos voadores.

Pesquisa no Brasil
O Brasil teve as primeiras comissões de pesquisa sobre o tema no mundo, contando inclusive com centros de pesquisas ufológicas dentro da força aérea brasileira. Fundado em 1969 e hoje extinto, o Sistema de Investigação de Objetos Aéreos não Identificados (Sioani) era um órgão oficial da aeronáutica dentro do 4º Comando Aéreo Regional, em São Paulo.

Desde 2007, o governo brasileiro já liberou cerca de 5 mil páginas de documentos classificados como "confidenciais" envolvendo incidentes com discos voadores em todo o território nacional, inclusive relatando perseguições de jatos da força aérea. Os documentos estão disponíveis para pesquisa pública no Arquivo Nacional, em Brasília.

Uma portaria assinada pelo comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, também determina que todas as ocorrências com possíveis ovnis no País, especialmente as relatadas por pilotos, devem não somente ser transferidas para o Arquivo Nacional, mas também relatadas à autoridade competente, no caso ao Comando de Operações Aéreas (Comgar), o braço armado da Força Aérea Brasileira.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Argentina cria comissão para registro e observação de Ovnis


A Força Aérea Argentina (FAA) decidiu criar uma comissão para registrar e investigar denúncias de aparecimento de Ovnis (Objetos Voadores Não identificados) no espaço aéreo do país, disse esta quarta-feira à AFP um porta-voz da instituição.

"A Comissão de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais está em processo de formação", disse o capitão Mariano Mohaupt, assessor de imprensa da FAA.

O militar revelou que a Força já tem registro de experiências vividas por alguns de seus pilotos e que não puderam ser explicados, mas "agora dá as cartas no assunto de um ponto de vista formal, profissional, que contribui para a sua própria missão, que é o controle do espaço aéreo".

A equipe será interdisciplinar, com meteorologistas, controladores de voo, pilotos e especialistas em radares, e será a receptora das denúncias feitas pelos cidadãos sobre fenômenos observados no espaço.

"Há muitíssimas denúncias que depois acabam se esclarecendo e ocorre que não se trata de fatos não convencionais", explicou Mohaupt.

Organizações deste tipo já existem em outros países do Cone Sul, como o Uruguai, onde funciona desde 1979 a Comissão Receptora e Investigadora de Denúncias de Objetos Voadores Não identificados, subordinada à Força Aérea.

Em agosto, o Brasil anunciou que o aparecimento de Ovnis no espaço aéreo do país será oficialmente registrado pelo Comando da Aeronáutica.

As autoridades instaram aos pilotos de aviões civis e militares, bem como os controladores do tráfego aéreo nacional, que relatem suas experiências ao organismo e também enviem provas documentais sobre objetos voadores não identificados.(AFP)